A medicina no Brasil colonial era extremamente limitada quando comparada aos padrões atuais. Em um período em que não existiam hospitais estruturados, antibióticos ou conhecimento científico avançado sobre doenças, o tratamento de enfermidades dependia de práticas tradicionais, crenças religiosas e conhecimentos populares transmitidos ao longo do tempo.
Nesse contexto, a saúde da população era frágil e a mortalidade era alta, especialmente entre crianças, escravizados e pessoas que viviam em áreas mais isoladas. As doenças se espalhavam com facilidade, e o acesso a cuidados médicos era restrito a poucos grupos sociais.
Entender como funcionava a medicina nesse período ajuda a compreender não apenas a realidade da colônia, mas também como diferentes culturas — indígena, africana e europeia — influenciaram a formação das práticas de saúde no Brasil.